sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Carlos Cunha e Rhonda Cunha - escritores de S. Martinho da Cortiça

Foi publicado por Carlos Cunha, natural das Fronhas e emigrado nos Estados Unidos da América, e por sua esposa, Rhonda Cunha, o livro acerca da cultura e costumes portugueses: Culture and Customs of Portugal (Santa Barbara, California: Greenwood, 2010).

"Portugal está evoluindo rapidamente como uma parte integrante da Europa moderna. O que era até meados dos anos 1970 uma sociedade do velho mundo, onde 80 por cento da economia era controlada por uma oligarquia de oito famílias de elite, é agora cada vez mais um modelo de um Estado europeu avançado. Portugal ocupa agora um lugar destacado entre os países do mundo a nível de globalização e qualidade de vida; possui ainda uma das melhores infra-estruturas desenvolvidas de energia renovável de qualquer país desenvolvido. Apesar da modernização generalizada, as antigas tradições portuguesas persistem nas esferas política, bem como os estilos de vida tradicionais que perduram no meio rural."

Carlos Cunha é professor no Departamento de Ciência Política na Universidade de Dowling (Oakdale, Nova Iorque) com diversos graus académico em universidades norte-americanas.
Escreveu "A Estratégia de Poder do Partido Comunista Português, 1921-1986" (Garland, 1992), e publicou inúmeros artigos, capítulos de livros e opiniões sobre vários aspectos da política portuguesa, especializando-se na utilização das tecnologias de informação e comunicação no país, bem como no Partido Comunista Português. Seus interesses de pesquisa incluem Comunismo Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação Partidos Políticos Europeus, Política Externa Americana, Economia Política Internacional, Política da América Latina, e diversos outros tópicos.

O seu pai, também Carlos Cunha, foi dos primeiros naturais das Fronhas a emigrar para os Estados Unidos da América em meados do século XX. Foi responsável por levar para aquele país mais de 200 conterrâneos que procuravam vida melhor. Nessa altura, era muito difícil a saída do País, pelo que através das cartas de chamada de Carlos Cunha muitos conseguiram entrada na "Terra das Oportunidades", e por lá fizeram a sua vida.

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