"Local de beleza singular, onde fauna e flora se encontram com esplendorosa simplicidade, a aldeia da Moura Morta, chega até ao Rio Alva dispersa por vales, onde as Moendas do Caneiro ainda teimam em desviar as águas que outrora fizeram moer o cereal", lê-se no texto da candidatura, onde a autarquia destaca a pureza das águas fluviais que acolhem espécies como Barbos, Bogas, Escalos e Trutas.
Também a flora "é digna de registo, onde a par da vegetação ripícola surgem espécies de influência mediterrânica, num convívio harmonioso que enriquece esta verdadeira artéria ecológica, criando intercâmbios genéticos verdadeiramente únicos e essenciais para a biodiversidade de um património natural quase intocado", continua a ler-se.
Aceite a candidatura, decorre agora a primeira fase de selecção, sendo que a decisão final só será conhecida em Setembro de 2010, Ano Internacional da Biodiversidade.
Reconheça-se ao blogue da Moura Morta, e ao seu dinamizador, o Luís Filipe "Mouramortino", o papel fulcral de divulgação do seu (nosso) Rio Alva nas dezenas de artigos que vem publicando, nos inúmeros contactos que tem feito com a comunicação social da nossa Região, e no insistente alerta junto da Câmara Municipal de V.N. Poiares, que finalmente reconheceu as potencialidades turísticas deste magnífico Rio.









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O primitivo terá sido erguido em inícios do séc. XVI, quando a Sanguinheda era então a sede das funções comunais, pois que a partir de 2 de Novembro de 1513 o rei D. Manuel I lhe deu carta de foral e passou a ser sede de concelho, abrangendo também a Carapinha, Moita da Serra e Lufreu. Ali estava o pelourinho e a casa da câmara, onde tinha assento o juiz, o vereador, o escrivão da câmara e outro do judicial e órfãos.



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O almoço, um churrasco saborosíssimo preparado no Centro de Convívio, foi regado pelo vinho tinto da 
